Tripulantes da easyJet aprovam greve de 2 a 6 de outubro e de 19 a 23 de dezembro; cerca de 500 voos em risco só na primeira paragem
Tripulantes da easyJet aprovam greve de 2 a 6 de outubro. Veja o que muda, quem é afetado e os próximos passos.
Os tripulantes de cabine da easyJet em Portugal aprovaram em assembleia-geral, em 17 de setembro de 2026, o recurso à greve nos dias 2, 3, 4, 5 e 6 de outubro e 19, 20, 21, 22 e 23 de dezembro, segundo fonte oficial da companhia citada pela Lusa e pelo Sindicato Nacional de Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC).
O que aconteceu
Os tripulantes de cabine da easyJet em Portugal aprovaram em assembleia-geral, em 17 de setembro de 2026, o recurso à greve nos dias 2, 3, 4, 5 e 6 de outubro e 19, 20, 21, 22 e 23 de dezembro, segundo fonte oficial da companhia citada pela Lusa e pelo Sindicato Nacional de Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC). Assembleia-geral de 17 de setembro de 2026; greve marcada para 2 a 6 de outubro e 19 a 23 de dezembro, nas bases de Lisboa, Porto e Faro. Não há ato de órgão público: a decisão é do SNPVAC e dos tripulantes; os serviços mínimos serão definidos pelas autoridades competentes, conforme referido pela RTP.
O contexto
Segundo o sindicato, as condições de trabalho das equipas sediadas em Portugal continuaram a deteriorar-se apesar dos alertas feitos à companhia; a assembleia de emergência tinha sido convocada na terça-feira anterior. Antes desta atualização, até esta decisão não havia greve marcada nas bases portuguesas da easyJet; o sindicato tinha admitido na terça-feira que todas as hipóteses estavam em cima da mesa.
O que muda
Ficam anunciados dois períodos de greve: 2 a 6 de outubro, com estimativa de cerca de 500 voos programados afetados nas bases de Porto, Lisboa e Faro, e 19 a 23 de dezembro, com impacto ainda não quantificado e previsivelmente maior por ser época de Natal. Ao mesmo tempo, voos fora desses dias e voos operados por outras bases da easyJet não são abrangidos pelo anúncio; serviços mínimos poderão ser fixados pelas autoridades.
Quem é afetado
Passageiros com voos da easyJet com origem ou destino em Lisboa, Porto e Faro nos dias indicados, incluindo quem viaja no Natal; tripulantes de cabine das bases portuguesas. Passageiros de outras companhias e voos da easyJet em datas fora dos dois períodos anunciados.
O que fazer agora
Datas: 2, 3, 4, 5 e 6 de outubro e 19, 20, 21, 22 e 23 de dezembro de 2026. Eventuais serviços mínimos a definir pelas autoridades ficam excluídos da estimativa de 500 voos cancelados. Quem tem viagem marcada nesses dias deve acompanhar a comunicação da companhia sobre cancelamentos e reacomodação, e considerar alternativas, sobretudo no período de Natal.
O que ainda não está definido
A estimativa de 500 voos é do sindicato e da própria companhia, não de uma entidade pública; o impacto de dezembro não está quantificado. Pré-aviso formal de greve, definição de serviços mínimos e plano de cancelamentos da easyJet.
Como interpretar a informação
Regras trabalhistas e programas de emprego variam por vínculo, setor, local e data. O primeiro passo é identificar se a medida alcança o contrato ou a categoria profissional em questão.
Valores e direitos devem ser conferidos no texto oficial, no acordo coletivo ou no comunicado da autoridade. Um anúncio geral pode exigir implementação pela empresa ou órgão local.
Guardar contrato, recibos e comunicações ajuda a verificar a aplicação da mudança. Prazos de reclamação ou inscrição merecem atenção separada.
Checklist para o leitor
- Identificar se a regra alcança o vínculo e o setor.
- Conferir valores e datas no ato oficial.
- Guardar contrato, recibos e comunicações relevantes.
O que acompanhar a partir de agora
O núcleo confirmado desta pauta é direto: tripulantes da easyJet aprovam greve de 2 a 6 de outubro e de 19 a 23 de dezembro; cerca de 500 voos em risco só na primeira paragem. A formulação mantém os números, a instituição e o alcance descritos no material de origem, sem transformar o anúncio em garantia individual ou resultado definitivo.
A data de referência registrada no relatório é 18/09/2026. Esse marco importa porque páginas públicas podem receber correções, anexos e instruções posteriores. Ao consultar a notícia depois dessa data, compare a versão atual da fonte com o que estava disponível no momento da apuração.
As referências usadas nesta matéria apontam para rtp.pt, observador.pt, theportugalnews.com. Elas permitem conferir o fato central e identificar quem publicou a informação. Quando uma página resume outra decisão, procure também o documento, a tabela ou o ato mencionado antes de assumir que o resumo contém todas as condições.
Esta matéria tem finalidade informativa. Regras, calendários e dados públicos podem ser atualizados; confirme a fonte oficial aplicável antes de tomar uma decisão individual.